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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Parábola do Filho

Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão por arte. Tinham de tudo em sua coleção, de Picasso à Rafael. Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte. Por uma desgraça do destino, seu filho foi para guerra e, muito valente, morreu na batalha, quando resgatava outro soldado. O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.
Um mês mais tarde, alguém bateu à sua porta. Era um jovem com uma grande tela em suas mãos e foi logo dizendo ao pai do garoto: “O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida; ele salvou muitas vidas nesse dia e estava me levando a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo instantaneamente. Ele falava muito do senhor e de seu amor pelas artes.”
O rapaz estendeu os braços para entregar a tela: “Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que o senhor recebesse isto.”
O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado. Ele olhou com profunda admiração a maneira com que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura. O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos encheram-se de lágrimas. Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu-se para pagar-lhe pela pintura. “Não, senhor, eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim! Essa pintura é um presente.”
O pai colocou a tela à frente de suas grandes obras de arte, e a cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria.
O homem morreu alguns meses mais tarde e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte. Muita gente importante e influente chegou ao local, no dia e horário marcados, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte.
Em exposição estava o retrato do filho. O leiloeiro bateu seu martelo para dar início ao leilão:
“Começaremos o leilão com o retrato “O FILHO”. Quem oferece o primeiro lance? Quanto oferecem por este quadro?”
Um grande silêncio…
Então um grito do fundo da sala:
“Queremos ver as pinturas famosas! Esqueça-se desta!”
O leiloeiro insistiu: “Alguém oferece algo por essa pintura?? R$100? R$200?…”
Mais uma vez outra voz: “Não viemos por esta pintura, viemos por Van Gogh, Picasso… Vamos às ofertas de verdade.”
Mesmo assim o leiloeiro continuou…
“Quem leva O FILHO?”
Finalmente, uma voz: “Eu dou R$10 pela pintura.” Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.
“Temos R$10! Quem dá R$20?”, gritou o leiloeiro.
As pessoas já estavam irritadas, não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas para sua coleção.
Então o leiloeiro bateu o martelo: “Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido por R$10!”
“Agora vamos começar com a coleção!” gritou um.
O leiloeiro soltou seu martelo e disse: “Sinto muito damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao seu final”.
“Mas, e as pinturas?“ - perguntaram os interessados.
“Eu sinto muito”, disse o leiloeiro, “quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono. Não seria permitido revelar esse segredo até esse exato momento. Somente a pintura O FILHO seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as suas posses, inclusive as famosas pinturas.
O homem que comprou O FILHO, fica com tudo!“
Poucas coisas na vida são importantes, e só uma é necessária: conhecer a JESUS!
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A Cerejeira - Sakura

O Sakura

Todo ano, a Agência Meteorológica Japonesa e o público japonês acompanham a sakura zensen (a frente de afloração das cerejeiras) conforme ela avança através do arquipélago para o norte com a chegada do tempo quente por meio de previsões logo em seguida da sessão meteorológica dos jornais de TV noturnos.
O desabrochar este ano tem previsão para chegar cedo, em Aichi perto do dia 20/3, Gifu 22/3, Shizuoka 19/3 e Shiga 28/3.
Os japoneses acompanham as previsões sobre a frente assiduamente e saem de casa em grandes números para ir a parques, santuários e templos com a família e com os amigos para festejar e apreciar as flores. Festivais Hanami celebram a beleza da cerejeira e para muitos são uma chance de relaxar e aproveitar a bela vista.
O costume do hanami já tem centenas de anos no Japão: a crônica do século VIII Nihon Shoki (日本書紀) fala de festivais hanami sendo celebradas desde o século III.
A maioria das escolas japonesas e dos prédios públicos tem cerejeiras do lado de fora. Já que tanto o ano fiscal como o ano escolar começam em abril, em muitas partes de Honshú o primeiro dia de trabalho ou de estudos coincide com a estação da sakura.

fonte de pesquisa: Wikipedia.

O mês de Março está chegando, e com ele o fim do ano fiscal japonês, que não conseguiu ainda se reerguer depois do terremoto  tsunami do 11 de Março do ano passado.

Os brasileiros residentes vivem, em sua maioria, em constante alerta de uma nova crise. Os empregos diminuíram, os salários também, contudo ainda há esperança, assim como o Sakura, que todos os anos desabrocha de um galho seco, nossa fé nos leva a enxergar além da crise, e com os pés firmados na Rocha, deixo estes versículos de ânimo:

E disse aos seus discípulos: Portanto vos digo: Não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestireis.
Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que as vestes.
Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam, nem têm despensa nem celeiro, e Deus os alimenta; quanto mais valeis vós do que as aves?
 E qual de vós, sendo solícito, pode acrescentar um côvado à sua estatura?
Pois, se nem ainda podeis as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras?
Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.
 E, se Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé?
 Não pergunteis, pois, que haveis de comer, ou que haveis de beber, e não andeis inquietos.
Porque as nações do mundo buscam todas essas coisas; mas vosso Pai sabe que precisais delas.
Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Lucas 12:21-31
E disse aos seus discípulos: Portanto vos digo: Não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestireis.

Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que as vestes.

Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam, nem têm despensa nem celeiro, e Deus os alimenta; quanto mais valeis vós do que as aves?

E qual de vós, sendo solícito, pode acrescentar um côvado à sua estatura?

Pois, se nem ainda podeis as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras?

Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.

E, se Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé?
Lucas 12:22-28

Por Cintia Kaneshigue.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Você sabe o que é ano bissexto?

Você sabe o significa o Ano Bissexto?
Ano bissexto é aquele que possui um dia a mais do que os convencionais 365 dias. No calendário gregoriano, o dia extra é incluído a cada quatro anos, sendo adicionado no mês de fevereiro, que passa a ter 29 dias. O ano bissexto ocorre pelo fato de que o ano-calendário convencional possui uma pequena diferença em relação ao ano solar. Enquanto que no primeiro, o ano dura 365 dias para se completar; no segundo, dura 365,25 dias ( ¼ de dia a mais, ou 6 horas).
Portanto, a cada quatro anos, existe a diferença de um dia em relação ao calendário convencional e solar. Esse dia é justamente o que caracteriza o ano bissexto.
Na verdade, o dia extra que serve como sincronismo não é o dia 29 de fevereiro, como a maioria das pessoas pensa, mas sim, o dia 24 do mesmo mês.
O ano bissexto passou a ser adotado em 238 a.C. no Egito, por Ptolomeu III (246-222 a.C.). O mesmo surgiu a partir da necessidade de sincronizar os dias do ano, uma vez que qualquer discrepância no calendário poderia afetar a agricultura, a base da economia dos povos antigos.
A origem do nome:
A origem da expressão bissexto foi uma conseqüência da adoção do Calendário Juliano em 45A.C., quando Júlio César fez várias modificações no irregular Calendário Romano de Numa Pompilio: acrescentou dois meses Unodecembris e Duodecembris ao ano deslocando assim Januarius e Februarius para o início do ano. Fixou os dias dos meses em uma sequência de 31, 30, 31, 30… de Januarius a Duodecembris (Duodecembris com 30 dias), à exceção de Februarius que ficou com 29 dias e que, a cada três anos, seria de 30 dias.
Como os romanos dividiam o mês em Kalendas, Nonos e Idos, coincidentes com fases lunares, ao passar dos Idos e próximo ao final do mês eles se expressavam em linguagem regressiva dizendo algo como: faltam 6 dias para as Kalendas de Março, faltam 5 dias para as Kalendas de Março... Nesta época era mais importante contar desta forma, pois, ela representava as fases lunares as quais eram muito mais significativas para a vida cotidiana da população.
Com esta forma de contagem, e não pela numeral seqüencial que hoje usamos, nestes anos de 366 dias o mês de Februarius teria então dois dias "Ante die VI (sextum) Kalendas Martias", sendo daí a origem da expressão "bis sextum", hoje por nós conhecidos como anos bissexto. Transposta e obedecida esta forma de contagem, hoje seria algo equivalente ao mês de Fevereiro ter dois dias 25.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Um Novo Começo

Hoje iniciamos um novo ano, ou seja, mais um período onde temos a oportunidade de recomeçar.
Aproveitemos que hoje é o primeiro dia de um novo ano para colocarmos em prática algumas metas e planos que estamos adiando há muito tempo.
Vamos zerar tudo dentro de nós e começar de um jeito diferente.
Vamos zerar tudo o que for negativo em nós, como sentimentos de tristeza, mágoa, ressentimento, desânimo, falta de fé e confiança.
Iniciemos o novo período com sentimentos positivos, como confiança, fé, paciência, tolerância, amor e acima de tudo pratiquemos a caridade, que nada mais é do que o amor em ação.
Tenhamos a certeza de que quando nos transformarmos interiormente seremos os primeiros beneficiados, pois uma paz nunca sentida invadirá todo o nosso ser.
Vamos iniciar um novo plantio somente com sementes do bem, para que no futuro só tenhamos bons frutos a colher.
Tenhamos fé, esperança e coragem neste ano que se inicia para mudarmos em nós tudo o que for necessário, pois somente assim criaremos um mundo melhor ao nosso redor. Em outras palavras, se queremos um mundo melhor, a mudança para que isso ocorra deverá começar dentro de cada
um de nós.
A responsabilidade é nossa.
Todo o bem que pensarmos e fizermos em relação ao próximo retornará a nós mesmos em forma de bênçãos.
Que ao findar esse ano que se inicia possamos sentir a
consciência tranqüila pelo dever cumprido, e, que estamos melhores e mais próximos
de Jesus, nosso Mestre querido, modelo de virtudes e amor.
Como disse Jesus há mais de dois mil anos: “Brilhe a vossa luz”!
Muita paz a todos! Feliz 2012 com muitas realizações!

QUE DEUS O ABENÇOE!